Qual é a doença que mais me afecta... Essa mesmo, PREGUIÇA.
Por vezes estou cansado por nao fazer nada e por mais ironico que possa parecer, é verdade.
Mas será que no fundo estou é cansado da rotina?
Talvez seja uma teoria válida, pensem lá comigo...
7horas - acordas do teu perfeito sono que podia durar mais uma horas...
7:15horas- decides levantar-te da cama, sem qualquer vontade
7:16horas - voltas ao paraiso, chuveiro quente "nunca mais sair" é a tua vontade
7:25horas - já sais-te da banheira e estas a contribuir para o aquecimento global com o secador...
7:30horas - estas a mastigar o primeiro alimento do dia e estas morto que acabe
7:45horas - já vais no carro a ouvir publicidade da radio (deviam era por musica non-stop das 7 horas às 9 horas, quem é que quer ouvir publicidade a essa hora...)
8horas - saio do carro e começo o caminho para a escola
8:05horas - estou reunido com a turma, à espera do chamamento...
8:15horas - o inicio de tudo, aquilo que por vezes apenas nao nos apetece viver
9:45horas - intervalo na tortura para socializar, embora por vezes isso nao acontece
10horas - de volta para a cela...
11:30horas - hora para atestar o tanque, o queque desta hora é um valente motivador, experimentem...
11:45 - para dentro de uma nova gaiola
13:10 - de volta a casa
14horas - ja acabei de comer, começo a interiorizar que tenho de estudar
15:30horas - começo a pegar num livro
16 horas - Surge uma pergunta "Aonde é que deixei o livro?"
17horas - Lanchar
18horas - já nao me apetece fazer nada
20horas - estou morto que o dia acabe...
É aborrecido ler isto tudo???
Imaginem viver, e ainda nao escrevi metade das coisas, é desnecessario. Tudo por um futuro distante, um que parece que se aproxima com a velocidade de um bebé a caminhar, mas este bebé nao vem a sorrir e animado. É exaustivo...
BASTA
Há uma maneira de evitar o tédio de um dia como este, ponham uma data.
Definam uma meta e digam "Vou viver como um miseravel, até ao final deste ano lectivo".
É essa a minha meta, o final deste ano ou o final da universidade. Depois é simples, o mundo é enorme, e as fronteiras é um problema burocratico.
O mundo é grande e ao que parece tambem tem um rotulo de validade, por isso decidi-me, nao vou ter medo de largar tudo, nao vou ter medo de parecer um idiota num lugar que nao conheço, nao vou ter medo de enfrentar um problema, nao vou querer barreiras, vou sim: seguir o meu proprio caminho, seguir a minha vontade e nao a dos outros.
Quero ser aquilo que o Homem devia ser, livre, sem restrições, sem se queixar por pensar demais (toma lá Pessoa, isto foi por causa do teste).
O mundo é enorme e a rotina existe porque nos queremos, há o ponto em que basta, o destino nao é do Fado, o destino é nosso, a vida é nossa e nós é que temos que a viver...
Impressionante
Numa ocasião um colega meu ficou impressionado quando pensou naquilo que nos passa pela cabeça numa fracção de segundos quando jogamos um jogo de carros e queremos virar à direita. É um bocado estranho, mas ele explicou melhor, imaginem que vao numa corrida e que tem duas saídas uma à esquerda e outra à direita, imaginem que pensam seguir a da direita, imaginam quantas ideias vos passa pela cabeça do que pode acontecer se o fizerem, isto tudo numa fracção de segundos, talvez milhoes de ideias, nós é que nao nos apercebemos.
Agora estao naqueles momentos tao conhecidos dos jovens, os momentos em que começas a deprimir, imaginam que estao a pensar nalguma coisa, mas será só numa. Nesses momentos temos tantas ideias na cabeça e tao rapidamente que ao fim de algum tempo estamos completamente interessados na conclusao dessas ideias, mas a verdade é que nao acabam.
Um dia decidimos uma coisa, num outro dia ja pensas noutra coisa, é incrivel como a tua opiniao muda tao radicalmente. É assustador mas no fundo é o nosso ser.
Pensamos demais no que fazemos e no que devemos fazer, torna-nos calculistas, tudo isto tira-nos a capacidade natural de improvisar e de surpreender os outros e de nos surpreeender a nos mesmos. Somos assim vitimas da rotina e dos planos, para mim é parecido com uma prisao, da qual decimos a toda a hora sair, mas que nao acontece...
A propósito alguem quer sair da rotina como eu... estou realmente com vontade. Que dizem? Vamos ser imprevisiveis, vamos ser como o ser humano deve ser, vamos ser naturais, vamos ser livres, vamos ser
ÚNICOS...
Agora estao naqueles momentos tao conhecidos dos jovens, os momentos em que começas a deprimir, imaginam que estao a pensar nalguma coisa, mas será só numa. Nesses momentos temos tantas ideias na cabeça e tao rapidamente que ao fim de algum tempo estamos completamente interessados na conclusao dessas ideias, mas a verdade é que nao acabam.
Um dia decidimos uma coisa, num outro dia ja pensas noutra coisa, é incrivel como a tua opiniao muda tao radicalmente. É assustador mas no fundo é o nosso ser.
Pensamos demais no que fazemos e no que devemos fazer, torna-nos calculistas, tudo isto tira-nos a capacidade natural de improvisar e de surpreender os outros e de nos surpreeender a nos mesmos. Somos assim vitimas da rotina e dos planos, para mim é parecido com uma prisao, da qual decimos a toda a hora sair, mas que nao acontece...
A propósito alguem quer sair da rotina como eu... estou realmente com vontade. Que dizem? Vamos ser imprevisiveis, vamos ser como o ser humano deve ser, vamos ser naturais, vamos ser livres, vamos ser
ÚNICOS...
Parece que SIM
Isso mesmo, estou de volta. E isto quer dizer que as audiencias do meu blog ja vao por agua a baixo... que chato, eram tantos seguidores...
Passando ao proximo assunto...
Um ponto de viragem. Em plena avenida decido virar à direita e voltar a subir... Que estranha metáfora, mas tudo bem ja tive piores, já cheguei a virar para a esquerda e estar a seguir em sentido contrario, nao é que fosse proibido eu tentei chegar ao fim, mas a policia estava a multar carros mal estacionados, por incrivel que pareça, eu nao tinha estacionado e ja tinha uma multa.
Fim da estupidas metaforas, ate porque ainda nem sequer começei a tirar a carta, ironico.
Sempre pensei que fosse o tipo de pessoa que tomaria uma decisao e que nao me arrependeria dela, mas afinal sou normal e arrependo-me. Mas de uma coisa eu convenço-me nada pode voltar atras (é fisicamente impossivel). Ainda assim tento fazer o melhor possivel para nao me arrepender das escolhas, mas a verdade é que a sofrimento de alguem esta sempre presente, e é isso que torna tudo tao dificil uma escolha.
Mas eu escolhi, porque sim... porque me apetece... porque me apetece que SIM...
Passando ao proximo assunto...
Um ponto de viragem. Em plena avenida decido virar à direita e voltar a subir... Que estranha metáfora, mas tudo bem ja tive piores, já cheguei a virar para a esquerda e estar a seguir em sentido contrario, nao é que fosse proibido eu tentei chegar ao fim, mas a policia estava a multar carros mal estacionados, por incrivel que pareça, eu nao tinha estacionado e ja tinha uma multa.
Fim da estupidas metaforas, ate porque ainda nem sequer começei a tirar a carta, ironico.
Sempre pensei que fosse o tipo de pessoa que tomaria uma decisao e que nao me arrependeria dela, mas afinal sou normal e arrependo-me. Mas de uma coisa eu convenço-me nada pode voltar atras (é fisicamente impossivel). Ainda assim tento fazer o melhor possivel para nao me arrepender das escolhas, mas a verdade é que a sofrimento de alguem esta sempre presente, e é isso que torna tudo tao dificil uma escolha.
Mas eu escolhi, porque sim... porque me apetece... porque me apetece que SIM...
Fantabolastico
É isso mesmo... Tudo me parece fantabolastico, nao da fanta rica em conservantes, gorduras e gáses...
À minha volta vejo tudo ouro, nao o real, caso contrario nao teria de escrever aqui, estaria a viajar a desfrutar um Copacabana, que delicia só de pensar. Aquele momento de ouro, todo este tempo em que nos sentimos leves, sem preocupações, sem o coração nas mãos aliviados por nao transportarmos o nosso, mas atormentado por suportarmos os de outros, mas ainda assim sao mais leves...
Haaaaaaaa, talvez a unica maneira de descrevermos o que sentimos utilizando uma longa interjeição, tao simples, mas que descreve algo tao complexo que so assim se pode mostrar, de uma maneira simples, clara como àgua. Talvez seja essa a nossa atitude actual, parecemos uns palhacinhos, como aqueles que olham o ceu e vêm coelhos (e depois olhas tu e ves uma nuvem). Por vezes estou como esses gajos dos coelhos, contente com tudo, a diferença é que eu nao olho o céu, muito por causa da minha personalidade e aparencia, tenho medo de chocar contra uma rapariga demasiado gira, faze-la cair ao chao e rasgar-lhe o queixo. Outra razao é que ao olhares o ceu tanto podes ver um coelho, como levar com um coelho. Ambas as probabilidades sao nulas ja nao ha nuvens no ceu, ou é sol forte ou é chuva forte, nao existem termos medios... para quase nada, nao ser para o futebol 1-1... que treta quem é se importa com quem ganha ou perde, era assim mesmo que devia ser tudo igual, assim ninguem chorava, nem ninguem roubava...
À minha volta vejo tudo ouro, nao o real, caso contrario nao teria de escrever aqui, estaria a viajar a desfrutar um Copacabana, que delicia só de pensar. Aquele momento de ouro, todo este tempo em que nos sentimos leves, sem preocupações, sem o coração nas mãos aliviados por nao transportarmos o nosso, mas atormentado por suportarmos os de outros, mas ainda assim sao mais leves...
Haaaaaaaa, talvez a unica maneira de descrevermos o que sentimos utilizando uma longa interjeição, tao simples, mas que descreve algo tao complexo que so assim se pode mostrar, de uma maneira simples, clara como àgua. Talvez seja essa a nossa atitude actual, parecemos uns palhacinhos, como aqueles que olham o ceu e vêm coelhos (e depois olhas tu e ves uma nuvem). Por vezes estou como esses gajos dos coelhos, contente com tudo, a diferença é que eu nao olho o céu, muito por causa da minha personalidade e aparencia, tenho medo de chocar contra uma rapariga demasiado gira, faze-la cair ao chao e rasgar-lhe o queixo. Outra razao é que ao olhares o ceu tanto podes ver um coelho, como levar com um coelho. Ambas as probabilidades sao nulas ja nao ha nuvens no ceu, ou é sol forte ou é chuva forte, nao existem termos medios... para quase nada, nao ser para o futebol 1-1... que treta quem é se importa com quem ganha ou perde, era assim mesmo que devia ser tudo igual, assim ninguem chorava, nem ninguem roubava...
O palhaço triste
Conhecem o palhaço triste? Aquele que tradicionalmente se veste de preto e branco de um modo mais classico, tem a cara pintada de branco sobresaindo uma pequena lágrima preta que escorre parada na sua cara.
Bem temos assim uma controvérsia no circo, o alegre palhaço que faz animar todo o público, normalmente quando preparam o palco para outro espectáculo, apresenta-se como um aquecimento. E por outro lado, o palhaço triste aquele que se mostra como uma história triste, e mesmo sem se rir acaba por sentir uma felicidade enorme.
Este momento não quer dizer que a noite passada tenha ido ao circo, não. Fui a festa de anos, pela qual tenho agradecer pelo convite, mas desculpar pelo comportamento, enquanto que os outros se apresentaram alegres, eu era o contrário.
Mas voltando aos palhaços, ou melhor à posição contraditória que se apresenta não no circo, mas sim na pessoa. Apresenta-se uma pessoa alegre e uma pessoa triste. Como tal é possivel? É, porque acontece. Sente-se uma alegria interior que não se consegue expulsar, e que acaba por provocar uma mau-estar, que se pode ver nas outras pessoas. Essa é frustação que por vezes me percorre, um misto de felicidade e infelicidade, o que dá como pacato. Mas no final acabou, vou mexer nas mesmas coisas durante uns tempos, até envasiar a minha cabeça e percorrer de novo o meu caminho. Mas agora está tudo bem, afinal de contas agora já hà outra pessoa mais velha que eu, já não basta ser pequeno como ainda tenho de ser mais novo, triste vida... Que se lixe, continuo a ser o melhor de todos =).
Bem temos assim uma controvérsia no circo, o alegre palhaço que faz animar todo o público, normalmente quando preparam o palco para outro espectáculo, apresenta-se como um aquecimento. E por outro lado, o palhaço triste aquele que se mostra como uma história triste, e mesmo sem se rir acaba por sentir uma felicidade enorme.
Este momento não quer dizer que a noite passada tenha ido ao circo, não. Fui a festa de anos, pela qual tenho agradecer pelo convite, mas desculpar pelo comportamento, enquanto que os outros se apresentaram alegres, eu era o contrário.
Mas voltando aos palhaços, ou melhor à posição contraditória que se apresenta não no circo, mas sim na pessoa. Apresenta-se uma pessoa alegre e uma pessoa triste. Como tal é possivel? É, porque acontece. Sente-se uma alegria interior que não se consegue expulsar, e que acaba por provocar uma mau-estar, que se pode ver nas outras pessoas. Essa é frustação que por vezes me percorre, um misto de felicidade e infelicidade, o que dá como pacato. Mas no final acabou, vou mexer nas mesmas coisas durante uns tempos, até envasiar a minha cabeça e percorrer de novo o meu caminho. Mas agora está tudo bem, afinal de contas agora já hà outra pessoa mais velha que eu, já não basta ser pequeno como ainda tenho de ser mais novo, triste vida... Que se lixe, continuo a ser o melhor de todos =).
O Ser e não Ser
O submundo é um lugar perigoso e enganaso sempre turbuloso e sem momentos para pausas, preocupação atrás de preocupação, vivendo um perigo a cada momento, mas no fundo é o seu ser, está a ser verdadeiro. Mas o submundo não é unicamente esse mundo de droga, prostituição e afins, é aquele que reside dentro e se esconde a todo o mundo e poucas as pessoas chegam realmente a conhece-lo, eis o objectivo final esconde-lo para sempre. Mas este liberta-se sob pressão, a raiva, nervosismo, ou confiança.
É como se fosse uma porta para o conhecimento, a qual possui como chave os proibidos sentimentos. Por isso sendo esses sentimentos proibidos como chave a um conhecimento, não será esse conhecimento negro, possuindo assim um fim ainda pior. Esse é o que esconde e quando se revela, está aos olhos de todos: destruição, dor, separações e tudo o que nos põem na cauda da evolução sentimental em tudo o universo. Somos seres obscuros, acorrentados com educação, sociedade e rotina, pois sem isso não passariamos de animais irracionais, que se devoram pela superioridade suprema.
Mas será que não fazemos já isso? Não seremos já animais irracionais?
É como se fosse uma porta para o conhecimento, a qual possui como chave os proibidos sentimentos. Por isso sendo esses sentimentos proibidos como chave a um conhecimento, não será esse conhecimento negro, possuindo assim um fim ainda pior. Esse é o que esconde e quando se revela, está aos olhos de todos: destruição, dor, separações e tudo o que nos põem na cauda da evolução sentimental em tudo o universo. Somos seres obscuros, acorrentados com educação, sociedade e rotina, pois sem isso não passariamos de animais irracionais, que se devoram pela superioridade suprema.
Mas será que não fazemos já isso? Não seremos já animais irracionais?
A branco da manha
Bem para quem só vem ao blog umas poucas de vezes ou não vem, este dia nevou todo o dia, desde que me levantei até não ver nada lá fora. Além daquele grande malho que me deixou com o rabo como uma pedra (não só duro mas também frio).
Mas eis o que me marcou o dia, um intervalo no filme, tirei uma pausa... E resolvi ir a neve, mas a minha surpresa foi outra. Estava metido na sala quando saí a partir do momento que a porta revelou o exterior parecia mágico, o barulho à minha volta silenciou-se, e revelou-se o exterior tirado de um conto de fadas, mas a diferença é que nem os pássaros cantavam, não se mexia uma única coisa (com excepção à neve a cair) nesse momento senti-me leve e quase descolei os pés do chão, o frio não me tocava nos meus braços nus, era simplesmente eu e o exterior. Nesse momento invejei a natureza pela sua beleza, foi então que decidi mexer-me e dirigir-me à neve, aquela coisa branca tão insignificante e abstracta chamava-me e eu ouvia, uma parte de mim não queria tocar, não queria sentir o frio, a outra queria senti-la. Então resolvi arriscar e peguei num bocado dessa essencia branca e fria, mas ao que parece não era fria, conseguia senti-lo nos dedos e nas membranas dos próprios dedos que a seguravam, em parte interessante. É neste momento deste texto que voces pensam que eu tive outra quebra psicologia, a resposta é não, estava normal.
Embora fosse interessante este momento, este teve de acabar e de uma maneira simples, bastou soprar um vento macio mais gélido que me gelou até os ossos, e nesse momento acordei e decidi voltar para o mundo moderno e deixar a mãe natureza para uma próxima, aquele momento passou, mas a imagem ficou e isso é o importante.
Mas eis o que me marcou o dia, um intervalo no filme, tirei uma pausa... E resolvi ir a neve, mas a minha surpresa foi outra. Estava metido na sala quando saí a partir do momento que a porta revelou o exterior parecia mágico, o barulho à minha volta silenciou-se, e revelou-se o exterior tirado de um conto de fadas, mas a diferença é que nem os pássaros cantavam, não se mexia uma única coisa (com excepção à neve a cair) nesse momento senti-me leve e quase descolei os pés do chão, o frio não me tocava nos meus braços nus, era simplesmente eu e o exterior. Nesse momento invejei a natureza pela sua beleza, foi então que decidi mexer-me e dirigir-me à neve, aquela coisa branca tão insignificante e abstracta chamava-me e eu ouvia, uma parte de mim não queria tocar, não queria sentir o frio, a outra queria senti-la. Então resolvi arriscar e peguei num bocado dessa essencia branca e fria, mas ao que parece não era fria, conseguia senti-lo nos dedos e nas membranas dos próprios dedos que a seguravam, em parte interessante. É neste momento deste texto que voces pensam que eu tive outra quebra psicologia, a resposta é não, estava normal.
Embora fosse interessante este momento, este teve de acabar e de uma maneira simples, bastou soprar um vento macio mais gélido que me gelou até os ossos, e nesse momento acordei e decidi voltar para o mundo moderno e deixar a mãe natureza para uma próxima, aquele momento passou, mas a imagem ficou e isso é o importante.
Natal e afins
Feliz Natal, tretas
Pai Natal, vem nas latas de Coca-cola
Happy New Year, bem isso so se sabe no final, mas pelo inicio, nao foi grande coisa.
Qual o sentido???
Não sei, mas acho que com tanta pratica em receber presentes e tantos obrigados que é necessario dar, acho que tudo isto se esta a tornar cansativo, quem sabe talvez um dia mude, até lá temos que mudar tanto. A começar por fazer melhor as barbas de natal, não que lembro de ter comido tanto plastico em toda a minha vida enquanto dizia o nome daqueles tres meninos, pois dizia porque alguem nem conseguiu limpar os òculos para ler o nome dos miúdos. Aqueles que olharam para mim com a pergunta "Se antes da meia-noite éramos 15 e agora com o Pai Natal somos 15 quem é que nos está a tentar enganar?"
Pois mal tinha começado o dia 25 e já tinham adivinhado quem eu era.
Mas ao menos só me disseram ao ouvido, um deles até me estava a puxar o cabelo enquanto o dizia, conseguia ouvir a sua vozinha até nas raizes do couro cabeludo "Eu sei que o Pai Natal se chama Gabriel".
Que miudinha tao estranha com o aspecto de um anjo mas um coração de quase demonio, sem dúvida vai ser uma quebra corações, o meu cabelo que o diga.
A passagem de ao menos não me gritaram, nem me puxaram os cabelos nem tive de fazer de conta, mas até correu bem até às 4 ou hora parecida, acho, porque pouco de pois mal me aguentava (ao menos pude saber que nunca poderei aparecer nos castings do idolos senão ainda apareço na televisão com um "tesourinho deprimente", estejam decansados lá não vou, o júri era o sing star, e disse-me que era duro de ouvir, ouch essa doeu)
Mas mesmo assim Feliz Ano Novo.
Pai Natal, vem nas latas de Coca-cola
Happy New Year, bem isso so se sabe no final, mas pelo inicio, nao foi grande coisa.
Qual o sentido???
Não sei, mas acho que com tanta pratica em receber presentes e tantos obrigados que é necessario dar, acho que tudo isto se esta a tornar cansativo, quem sabe talvez um dia mude, até lá temos que mudar tanto. A começar por fazer melhor as barbas de natal, não que lembro de ter comido tanto plastico em toda a minha vida enquanto dizia o nome daqueles tres meninos, pois dizia porque alguem nem conseguiu limpar os òculos para ler o nome dos miúdos. Aqueles que olharam para mim com a pergunta "Se antes da meia-noite éramos 15 e agora com o Pai Natal somos 15 quem é que nos está a tentar enganar?"
Pois mal tinha começado o dia 25 e já tinham adivinhado quem eu era.
Mas ao menos só me disseram ao ouvido, um deles até me estava a puxar o cabelo enquanto o dizia, conseguia ouvir a sua vozinha até nas raizes do couro cabeludo "Eu sei que o Pai Natal se chama Gabriel".
Que miudinha tao estranha com o aspecto de um anjo mas um coração de quase demonio, sem dúvida vai ser uma quebra corações, o meu cabelo que o diga.
A passagem de ao menos não me gritaram, nem me puxaram os cabelos nem tive de fazer de conta, mas até correu bem até às 4 ou hora parecida, acho, porque pouco de pois mal me aguentava (ao menos pude saber que nunca poderei aparecer nos castings do idolos senão ainda apareço na televisão com um "tesourinho deprimente", estejam decansados lá não vou, o júri era o sing star, e disse-me que era duro de ouvir, ouch essa doeu)
Mas mesmo assim Feliz Ano Novo.
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