O dia das questões pessoais


De manha na rádio ouvi a música da banda sonora do filme Titanic, fez com que questiona-se sobre bastantes coisas entre as quais o assunto que todos falam e todos querem ouvir, é verdade pela primeira vez vou falar do dito sentimento que todos usufruem e todos querem saciar quando a possuem, o amor. Pensei na solidão e nos problemas de amor, parece que quando o tempo passa, tento entreter-me para não fazer planos na minha vida pelo simples facto de que os parece que nunca se concretizam, logo eu penso em viver a vida na maior das calmas e ao que parece ate me dizem que tomo drogas devido ao meu ar e a minha cara. E também me dizem que tenho cara de cachorro, mas mesmo assim continuo a sentir, a nutrir sentimentos e parece que a cada momento que passa penso mais no “nós” que no “eu”, mas a verdade é que não sei se penso da melhor maneira, mas seja o que for não a esquecerei. Mas acho que hoje vai ser um dia um pouco calmo e triste para mim, eu não me importo mas todos vêm que nesses dias eu não estou nos meus dias. Mesmo que nunca tenha falado neste sentimento em publico (apesar de ninguém ler o blogue) eu não vou demonstrar o quanto nem quem é esta pessoa que me descontrola e me faz estar ocupado a cada se segundo para não pensar a cerca do assunto que nutro por ela (e não é um ele como muitos pensam). Talvez um dia fale de coisas muito mais alegres mas tudo tem os seus dias.

Este texto não é idêntico a todos os outros mas não é para abrir um novo capítulo de amor, mas sim para abrir um capítulo de sinceridade absoluta e para nunca voltar a escrever de um modo apagado e pouco sincero, parece que é algo que comecei a ver que até é fácil ser sincero e sinto um à-vontade enorme e sinto-me também muito leve e aberto.

O tal desconhecido


O desconhecido e o medo do que nao se conhece, esse foi o meu sentimento durante as primeiras semanas de Setembro, convencime de que seria diferente mas de repente senti-me sozinho, algo que me tenho vindo a sentir mais itensificadamente. Um comentario vago leva-me a um estado de solidao e sonolento. Tudo o que ja vi perde sentido e tudo o que desconheço, nesse momento, assusta-me e fui no canto mais remoto do meu cerebro, o meu egocentrismo e o meu orgulho é refletido no estado deprimente e vazio. Nesses momentos questiono a minha existencia e se algum desaparecer, serei lembrado ou esquecido em momentos de sofrimento. Tudo o que sempre quis é que nao sentissem pena de mim, mas ao mesmo tempo quano o fazem sinto-me ignorante e sozinho. Vivo um dia de cada vez e preparo sempre o meu futuro e sinto-me assim congestionado e assim paro em relaçao ao resto e a minha imaginaçao voa e nao para, quando preciso de ajuda nego-a e sonho um dia ser como os outros, normal e sem destinçao e nao assim um tal de desconhecido e que quando mudo de ser sou visto como o tal que nao muda. O mundo nao muda eu penso se mudo por algo ou por o meu ego. Eu pareço o tal desconhecido que nao conhece o tal desconhecido que habita em mim, pareço um ser ser com duas personalidades, mas sou mesmo assim, e por incrivel que pareça ha quem goste de mim e me aceite, mas a verade "nao podemos agradar a todos", nao devemos mudar por isso, nao me importo continuar assim so quero ser reconhecido por mais e melhorar a minha personalidade.